O que é disfunção erétil?
Como ocorre uma ereção?
Fisiologia da ereção
Causas da disfunção erétil
Sinais da disfunção erétil
Efeitos da disfunção erétil
O importante papel da parceira na solução do problema
Câncer de Próstata e Disfunção Erétil (Impotência Sexual)
Relação entre Câncer de Próstata, Impotência Sexual e Doença de Peyronie

O que é disfunção erétil?

A Disfunção Erétil (DE), também conhecida como impotência sexual, é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de se obter e/ou manter, de maneira constante, uma ereção peniana adequada e suficiente para a atividade sexual satisfatória (desde a penetração até a ejaculação).

Milhões de homens em todo o mundo são atormentados por problemas de disfunção erétil (impotência sexual) e por motivos de desinformação, medo ou vergonha de procurar um profissional para o tratamento adequado, acabam comprometendo seus relacionamentos, deixando de usufruir de uma vida sexual saudável e feliz, com qualidade de vida.

A impotência sexual é uma circunstância frustrante que afeta não somente o indivíduo, mas também a parceira, a família, desempenho no trabalho, relacionamento interpessoal, etc.

Atinge 52% dos homens entre 40 e 70 anos, em diferentes graus de intensidade (leve, moderada e severa). Milhões e milhões sofrem deste terrível problema, que pode ser algo realmente devastador na vida de um homem.

A dificuldade para iniciar o tratamento adequado é o grande obstáculo a ser vencido. Portanto, conhecer o problema, vencer o medo e a vergonha e procurar ajuda médica especializada para o tratamento adequado são os principais fatores que o levarão à solução dos seus problemas.

Como ocorre uma ereção?

A ereção é uma reação involuntária em resposta à estimulação ou excitação sexual. O homem não pode ter uma ereção simplesmente porque quer tê-la. O estímulo ou excitação sexual fazem com que o cérebro, os nervos, o coração, os vasos sanguíneos e os hormônios trabalhem juntos afim de aumentar rapidamente a quantidade de sangue fluindo para dentro do pênis. O sangue fica preso dentro das duas câmaras esponjosas (corpos cavernosos) localizadas no corpo do pênis. Ao encherem-se de sangue, as câmaras expandem-se fazendo com que o pênis adquira rigidez e se alongue em tamanho e diâmetro.

   
 

Fisiologia da ereção

Para um maior entendimento sobre a disfunção erétil (DE), é importante compreender como o pênis funciona normalmente. O processo de ereção normal inclui as cinco fases seguintes:

Fase 1: Preenchimento inicial com estimulação sexual ou psicológica, neurotransmissores causam o relaxamento da musculatura lisa do pênis, aumentando o fluxo sanguíneo para os corpos cavernosos.

Fase 2: Ereção parcial (Tumescência) - O aumento do fluxo sanguíneo alonga e expande o pênis. As artérias penianas expandem para acomodar o aumento do fluxo sanguíneo necessário para alongar e expandir o pênis.

Fase 3: Ereção completa - O aumento do volume de sangue dentro do pênis é impedido de drenagem, promovendo a expansão do pênis até a ereção completa.

Fase 4: Ereção Rígida – Máxima rigidez é atingida. A glande e o corpo esponjoso ampliam até as veias penianas serem vigorosamente comprimidas. Isso aumenta a tumescência e mantém a máxima rigidez peniana. Emissões de esperma e ejaculação ocorrem.

Fase 5: Retorno à flacidez (Detumescência) - contrações musculares resultam no aumento do fluxo sanguíneo para fora do pênis, diminuindo assim o seu comprimento e espessura até a flacidez.

Problemas podem ocorrer durante qualquer uma das quatro primeiras fases da ereção impedindo com que você alcance ou mantenha a ereção. Embora dificuldades também possam ocorrer durante a quinta fase (detumescência), elas não são geralmente incluídas nas discussões sobre disfunção erétil.

Causas da disfunção erétil

Existem muitos fatores que contribuem para a ereção e ejaculação. Estimulantes físicos e mentais, hormônios, transmissões neurais e feedback, contrações e relaxamentos musculares, fluxo sanguíneo cardiovascular, entre outros fatores, todos trabalhando juntos para criar e manter uma ereção peniana adequada até a ejaculação. Quando qualquer um dos processos/fatores envolvidos é interrompido, pode causar a disfunção erétil (impotência sexual).

As causas deste problema podem ser de ordem psicológica e/ou física (orgânica).


Causas de Origem Psicológica

Entre as causas de origem psicológica podemos citar:

» Ansiedade

» Estresse

» Depressão

» Baixa auto-estima

» Cansaço (fadiga)

» Sentimento de culpa

» Ansiedade com relação ao desempenho (medo de falhar ou de não satisfazer a parceira)

» Preocupações (com dinheiro, contas a pagar, desemprego, instabilidade no trabalho, etc)

» Discórdias (brigas, discussões, etc) com a parceira

» Incidente prévio (anterior) de fracasso sexual causado por excesso de ingestão de álcool (bebedeira), cansaço, preocupação, nervosismo, sentimento de culpa, etc.


Causas de Origem Física

As causas físicas da disfunção erétil geralmente afetam uma fase particular no processo da ereção.

Entre as causas de origem física podemos citar:

» Diabetes

A diabetes é uma das causas mais comuns da disfunção erétil. Nervos ou vasos sanguíneos que controlam o fluxo de sangue para o pênis podem tornar-se permanentemente danificados em conseqüência do diabetes, podendo levar à disfunção erétil.

» Doença de Peyronie (curvatura peniana adquirida)

A doença de Peyronie (curvatura peniana) é caracterizada por uma curvatura no pênis durante a ereção, que pode atingir 90 graus ou mais tanto para cima, como para baixo ou para o lado, podendo estar associada ou não a dor durante as ereções. Desta forma, pode dificultar ou, até mesmo, impossibilitar o ato sexual. Associado à doença de Peyronie, poderá haver disfunção erétil em graus variáveis de intensidade em até 50% dos casos.

Para maiores informações sobre doença de Peyronie e tratamento, acessar site www.peyronie.com.br

» Doenças Cardiovasculares

Problemas vasculares, tais como o endurecimento das artérias (arteriosclerose), pode tornar lento o fluxo de sangue dentro do pênis, o que torna difícil obter ou manter uma ereção.

Obs: Uma vez que isto afeta os vasos pequenos antes de afetar os vasos maiores, encontrando um problema de disfunção erétil poderia sinalizar a presença de uma doença cardiovascular.

Às vezes, as veias que mantêm o sangue no pênis durante uma ereção são danificadas e a ereção não é mantida tempo suficiente para que uma relação sexual ocorra.

» Problemas Hormonais

Algumas doenças, tais como insuficiência renal e doença hepática, podem perturbar o equilíbrio dos hormônios, os quais controlam as ereções. Baixos níveis de testosterona também pode ser um fator.

» Terapia com algumas drogas (remédios)

Estudos indicam que algumas drogas (remédios), incluindo algumas prescrições para pressão arterial alta, depressão e uma série de outras condições, podem causar disfunção erétil pela interferência com os impulsos nervosos ou fluxo de sangue para o pênis.

Importante: Medicamentos nunca devem ser alterados sem a permissão do seu médico. Fale com o seu médico sobre quaisquer preocupações que você tem em relação a potenciais efeitos da medicação com relação à disfunção erétil.

» Alcoolismo

O alcoolismo perturba os níveis hormonais e pode levar a danos permanentes do nervo, causando impotência sexual.

» Tabagismo (fumo)

O fumo pode levar a uma doença vascular ou outros problemas de saúde, que podem causar impotência sexual.

» Consumo de Drogas Ilícitas

O consumo de drogas ilícitas (maconha, cocaína, haxixe, crack, etc) acomete a parte sexual, provocando uma redução importante da parte circulatória na região peniana, podendo levar a problemas de ereção.

» Traumas no Corpo

Traumas no corpo podem resultar em disfunção erétil. Alguns desses traumas incluem:
- Fraturas pélvicas
- Lesões da medula espinhal
- Lesões Perineais
- Danos cerebrais

» Traumas Neurológicos

Traumas neurológicos podem causar disfunção erétil. Estes tipos de traumas incluem:
- Cirurgia nas Costas
- Lesões da medula espinhal
- Algumas malformações congênitas, como espinha bífida
- Tumores cerebrais e/ou aumento da pressão intracraniana
- Doença muscular, como esclerose múltipla

» Priapismo

Priapismo é uma ereção que dura mais tempo do que o normal e é causada por outras razões que não o desejo sexual. Caso uma ereção dure mais de quatro horas, pode causar lesão tecidual resultando em disfunção erétil. Causas de priapismo incluem:

-  Doenças do sangue, como anemia falciforme e leucemia

- Medicamentos (orais e injetáveis) para a disfunção erétil impropriamente prescritos ou
  indevidamente utilizados.

Importante: Nestes casos, procure urgente um serviço de emergência mais próximo, afim de interromper a ereção e evitar a ocorrência de graves conseqüências para a função erétil do pênis.

» Cirurgias

Cirurgias que interrompem o fluxo sanguíneo ou comprometem os nervos que conduzem os estímulos responsáveis pela ereção podem resultar em disfunção erétil. Algumas destas cirurgias incluem:

- Prostatectomia Radical (retirada da próstata em caso de tumor)
- Cirurgias no Intestino que envolvem o reto e o períneo
- Cirurgias na bexiga ou uretra
- Cirurgias no feixe neurovascular ou próximo dele
- Cirurgias na Coluna

» Efeitos do Envelhecimento

Estima-se que 65% dos homens acima de 65 anos têm algum tipo de disfunção erétil. Estatisticamente, o número de homens que possuem este problema aumenta conforme a idade aumenta.

No entanto, a idade por si só não causa disfunção erétil. Mas é natural que os homens mais velhos são mais suscetíveis a terem doenças e realizarem tratamentos (como a cirurgia da próstata, em caso de tumor) que podem causar disfunção erétil.

Sinais da disfunção erétil

A disfunção erétil (impotência sexual) não é um problema que desaparece sozinho. Se suspeitar que tem o problema, é importante fazer uma consulta médica logo que o problema tornar-se aparente. Isso pode ajudar a evitar problemas psicológicos, os quais podem piorar a situação.

Pode também ajudá-lo a obter um tratamento para uma condição física subjacente grave (tais como diabetes ou doenças cardíacas), que possa primeiramente se tornar aparente com os sintomas da disfunção erétil.

Auto-teste

Não tem certeza se você tem disfunção erétil (impotência sexual)? Então experimente fazer este auto-teste. Se você responder "sim" a qualquer uma das seis primeiras perguntas, você deveria consultar um urologista que seja especializado no diagnóstico e tratamento deste problema.

Desempenho sexual atual
1.
Você têm tido alguma dificuldade recentemente em atingir ereções?
2. Este problema ocorre, pelo menos, três em cada quatro vezes em que você tentou ter relações sexuais?
   
Tendências do desempenho sexual
3.
Você está tendo dificuldade por um período superior a um mês em atingir ereções regularmente?
4.
Ereções espontâneas e matinais são cada vez menos comuns?
5.
É preciso muito mais tempo para conseguir uma ereção do que no passado?
6.
Tem se tornado mais difícil ter relação sexual, em determinadas posições?
   
Histórico Médico
7.
Você teve algum tipo de doença cardíaca, especialmente o endurecimento das artérias, doença arterial periférica (DAP) ou hipertensão?
8.
Você já realizou alguma operação de doença cardíaca ou algum outro problema cardiovascular?
9.
Você já teve um elevado nível de colesterol?
10.
Você teve alguma experiência grave de dores nas pernas ao caminhar?
11.
Você tem tomado algum medicamento para um problema cardiovascular, principalmente hipertensão? *
12.
Você está tomando drogas sob prescrição médica para qualquer outro problema? *
13.
Você tem algum distúrbio glandular, especialmente diabetes?
14.
Você tem alguma doença neurológica, tais como esclerose múltipla ou epilepsia?
15.
Já alguma vez realizou uma grande cirurgia na área pélvica, principalmente envolvendo a cirurgia da próstata ou cólon?
16.
Alguma vez já teve uma lesão envolvendo a área pélvica, costas, medula espinal, ou cabeça?
17.
Você já foi tratado com radioterapia para um problema na área pélvica?
18.
Você já teve um episódio de priapismo (ereção persistente e dolorosa)?
Estilo de vida
19.
Você fuma ou fumou durante um longo período de tempo?
20.
Você bebe com frequência ou foi diagnosticado como um alcoólatra?
21.
Você usou drogas ilícitas, especialmente cocaína?
22.
Você é um usuário freqüente de medicamentos sem prescrição médica?
23.
Você está obeso?
   
Fonte do auto-teste: Love Again, Live Again by Steven Morganstern, MD and Allen Abrahams, PhD (Prentice Hall 1988).

Efeitos da disfunção erétil


A Disfunção Erétil (impotência sexual) pode ter um efeito negativo profundo na sua qualidade de vida. Se você está sofrendo deste mal, saiba que ele pode destruir a sua autoconfiança e auto-estima. Você pode encontrar-se lutando contra uma série de emoções, de frustração e ansiedade à tristeza, raiva e isolamento, etc.

Um estudo importante de pacientes com disfunção erétil (de origem física/orgânica) constatou ¹:

- Auto-estima dimunuída
- Autoconfiança diminuída
- Frustração aumentada
- Ansiedade aumentada
- Depressão aumentada

Um em cada quatro pacientes analisados relatou que a sua disfunção erétil (impotência sexual) foi um definitivo ou possível fator do rompimento do seu relacionamento.

Fonte do estudo: 1. Rosen RC, Seidman SN, Menza MA, Shabsigh R, Roose SP, Tseng LJ, Orazem J, Siegel RL. Qualidade de vida, humor, e função sexual: um modelo analítico dos efeitos do tratamento em homens com disfunção erétil e sintomas depressivos. Int J Impotence Research Agosto 2004 / 16 (4) p.334-40.

A disfunção erétil não é apenas um problema do homem. Ele também pode ter impacto significativo sobre o seu relacionamento com a parceira. Se você for como a maioria dos homens, você pode ter dificuldades em falar sobre o problema, o que pode levar a problemas sérios de comunicação entre você e sua parceira. Na pior das hipóteses, a comunicação pode vir a um impasse. Ambos os parceiros podem expressar sentimentos negativos e ressentimentos. Pode até haver um relacionamento com uma outra pessoa para ver se as "coisas serão melhores". O resultado final pode ser a separação e até mesmo o divórcio.

Não justifica chegar a este ponto, pois há opções de tratamento para a disfunção erétil.
A dificuldade para iniciar o tratamento adequado é o grande obstáculo a ser vencido. Portanto, conhecer o problema, vencer o medo e a vergonha e procurar ajuda médica especializada para o tratamento adequado são os principais fatores que o levarão à solução dos seus problemas.

O importante papel da parceira na solução do problema

A disfunção erétil (impotência sexual) é uma circunstância frustrante que afeta não somente o indivíduo, mas também a parceira, a família, desempenho no trabalho, relacionamento interpessoal, etc. Em muitos casos, acabam comprometendo seus relacionamentos, deixando de usufruir de uma vida sexual saudável e feliz, com qualidade de vida.

O homem que tem o problema costuma ficar fragilizado, deprimido, negativista, com baixa auto-estima, baixa autoconfiança, etc. Com todo este peso psicológico que envolve o problema, muitos acabam se fechando e não buscando ajuda médica especializada.
A parceira tem um papel fundamental, procurando entender o problema, mostrando companheirismo, apoiando, dialogando e encorajando seu parceiro na busca da solução do problema.

Em meu consultório, recebo muitos pacientes em que foi a própria parceira quem pesquisou sobre o problema e ajuda médica especializada, entrou em contato com a clínica, agendou a consulta e trouxe o parceiro para avaliação e tratamento.

Aproveito a oportunidade para elogiar a atitude destas parceiras, que ajudam seus parceiros na batalha contra este problema que arrasa o homem. São atitudes elogiáveis que salvam relacionamentos, famílias, carreiras profissionais, empregos e até vidas.

 


Câncer de Próstata e Disfunção Erétil (Impotência Sexual)

Uma das complicações mais sérias e mais comuns do tratamento cirúrgico do câncer de próstata é a disfunção erétil (impotência sexual), em maior ou menor grau.

Para disfunção erétil (impotência sexual) existem vários tipos de tratamentos, dependendo da causa. Cada um dos diversos tipos de tratamento tem indicação precisa e deve ser selecionado por um médico, para evitar risco de complicações.

Para as causas de origem orgânica (física) como esta, os tratamentos clínicos podem ser por meio de medicações de uso oral (comprimidos), de auto-injeções no pênis, de uso intra-uretral e vácuo. E, para os casos que não apresentem resultados satisfatórios com os métodos de tratamentos clínicos ou não se adaptem a estes tratamentos, existe a opção do implante de prótese peniana (maleável ou inflável), que é um procedimento seguro e eficiente, com alto índice de satisfação do casal que chega a 96% / 97%.

É um procedimento seguro e eficiente. As cirurgias, na maioria das vezes, são realizadas com anestesia local e sedação (para o paciente dormir durante o procedimento - como se fosse uma endoscopia), além de serem minimamente invasivas e de rápida recuperação. A alta pode ser no mesmo dia ou no dia seguinte e o paciente já poderá voltar às atividades normais (trabalhar, estudar, etc), exceto atividades físicas (por cerca de um mês).

Se o caso for realmente de indicação de implante de prótese peniana, existem vários tipos de próteses disponíveis e a escolha do tipo deve incluir algumas considerações como condição médica, estilo de vida, preferência pessoal e custos. Por isso, uma avaliação criteriosa é fundamental para sabermos qual o melhor tipo de prótese para o seu caso.

Lembrando que a taxa de sucesso no implante de prótese peniana, principalmente no caso das próteses infláveis, está intimamente ligada à experiência e habilidade do profissional médico-cirurgião nestes tipos de cirurgias.

Para que o caso seja melhor avaliado faz-se necessário um exame no consultório. Uma avaliação criteriosa é fundamental para melhor diagnóstico do seu problema e, consequentemente, definição do melhor tratamento.

 

   
 


Relação entre Câncer de Próstata, Impotência Sexual e Doença de Peyronie

Uma das complicações mais sérias e mais comuns do tratamento cirúrgico do câncer de próstata é a disfunção erétil (impotência sexual), em maior ou menor grau.

Uma das maiores causas da doença de Peyronie (deformidade peniana, geralmente em forma de curvatura e/ou afinamento do pênis) seria por problemas de ereção (disfunção erétil ou impotência sexual) que facilitam traumas e/ou microtraumas no pênis durante a relação sexual, causando fibroses e deformidades no pênis (como curvatura, afinamento, redução de tamanho).

Cerca de 50 a 60% dos homens que fazem o tratamento cirúrgico do câncer de próstata ficam com algum grau de disfunção erétil (impotência sexual) e cerca de 10% acabam também por desenvolver a doença de Peyronie.

A fase inicial da doença de Peyronie, chamada de fase inflamatória, tem duração de aproximadamente 12 meses. Nesta fase que irão ocorrer alterações da deformidade peniana adquirida. Também nesta fase que se faz tratamentos com medicamentos, visando evitar piora da deformidade ou até melhorando a mesma.

Após esta fase, teremos a fase cicatricial definitiva, onde a doença ficará estável sem piora ou melhora. Nesta fase, dependendo da deformidade peniana, é que será decidido por uma correção cirúrgica, se for o caso.

Caso tenha pelo menos 3 a 6 meses sem alteração da curvatura, a doença estará na fase de estabilidade e não deverá piorar. Nesta fase, não adianta manter uso de medicamentos para a solução da deformidade peniana.

É possível corrigir a curvatura peniana.
As técnicas cirúrgicas anteriores levam à diminuição do pênis, pois diminui o tamanho do lado longo do pênis até deixá-lo do tamanho do lado curto.
Com a técnica cirúrgica desenvolvida por mim (reconhecida internacionalmente), alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de curvatura peniana.

É possível corrigir com anestesia local e sedação (para dormir durante o procedimento), com possibilidade de alta do hospital até no mesmo dia.O retorno às atividades normais (trabalho e/ou estudo), exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias.
O pós-operatório é tranqüilo com analgésicos comuns. Para retorno às relações sexuais é necessário esperar de 4 a 6 semanas.

Quando o paciente apresenta disfunção erétil(problemas de ereção)associada ao problema da curvatura peniana, a disfunção erétil pode ser tratada e, se tiver boa resposta aos medicamentos, poderá então ser feita somente a cirurgia da correção da curvatura peniana.

Evito, ao máximo, o implante da prótese peniana. A prótese peniana é indicada quando o paciente tem problema de ereção associado à curvatura peniana, não responsiva aos tratamentos clínicos convencionais ou caso o exame antes da cirurgia comprove problemas vasculares severos no pênis.
Nos casos que tenham indicação para implante de prótese, tenho o grande diferencial de fazer a correção da curvatura peniana e o implante da prótese durante a mesma cirurgia. Através de minha técnica cirúrgica, a correção da curvatura será feita possibilitando o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento reconstrutivo de curvatura. E aí então, na mesma cirurgia, será feito o implante da prótese com o maior tamanho de prótese possível para o caso. Somente o implante da prótese, sem a correção da curvatura com o alongamento do lado curto do pênis, não possibilitaria este ganho. Este é um grande diferencial, com o emprego de minha técnica cirúrgica, recuperando o máximo possível de tamanho peniano antes do implante da prótese.

A correção da curvatura e do implante da prótese é através de uma cirurgia que geralmente é possível dar alta do hospital até no mesmo dia. O retorno às atividades normais (trabalho e/ou estudo), exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias.

O pós-operatório é tranqüilo com analgésicos comuns. Para retorno às relações sexuais é necessário esperar de 4 a 6 semanas.

Para que seu caso seja melhor avaliado faz-se necessário um exame criterioso no consultório. Uma avaliação é fundamental para melhor diagnóstico do seu problema e, consequentemente, o melhor tratamento.

A taxa de sucesso na correção do problema está diretamente ligada a um bom diagnóstico, com a avaliação do problema em todas as suas dimensões. É de grande importância a experiência do médico acerca do assunto, tanto para se chegar ao melhor diagnóstico, quanto para indicar e realizar o melhor tratamento.

Recebo pacientes de todas as partes do Brasil e também do exterior com este problema.

Para maiores informações sobre curvatura peniana (doença de Peyronie) e disfunção erétil, favor acessar os links:
www.centrodecurvaturapeniana.com.br e www.centrodeprotesepeniana.com.br